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Os achados mortos em casa foram assassinados por membros de facção, diz polícia
13/02/2020 05:45 em Notícias

Três suspeitos de envolvimento nos crimes foram detidos pela Polícia Civil

 

 

Em entrevista coletiva realizada na manhã desta quarta-feira (12), o titular da Superintendência de Polícia Civil do Baixo Amazonas, delegado Jamil Casseb, revelou que membros de facções criminosas, entre elas, o Comando Vermelho, estão envolvidos com crimes como homicídios e tentativas de homicídios cometidos em Santarém, oeste do Pará.

 

Entre os crimes, está a morte de João Victor, de 17 anos, que foi morto a tiros na quinta-feira (06) na ocupação Bela Vista do Juá e a morte de Wendria Leniane Lima Mota, de 23 anos, encontrada morta dentro de uma casa, no bairro Santarenzinho, com marcas de tiros na cabeça na última segunda-feira (10).

 

O terceiro caso foi uma tentativa de homicídio contra uma jovem, identificada "Sabrina".

 

Ela é a principal testemunha da morte de Wendria, e a Polícia Civil acredita em queima de arquivo, por conta de Sabrina testemunhar contra os autores da morte da amiga.ColetivaParticiparam da coletiva, na manhã desta quarta-feira, na sala de reunião da 16ª Seccional da Polícia Civil, o superintendente Jamil Farias Casseb; o diretor da seccional de Santarém Germano do Vale; e o delegado da Divisão de Homicídio Gilvan Almeida.

 

Eles informaram que os crimes estão em investigação e são atribuídos à facção criminosa Comando Vermelho.

 

"Todos os casos estão esclarecidos. A Polícia trabalha para prender os criminosos", afirmou o delegado, Jamil Casseb.OperaçãoUma operação policial realizada também na manhã desta quarta-feira resultou na prisão de três homens suspeitos de participação nesses crimes.

 

Um dos presos é irmão de Wendria Mota. Segundo a Polícia Civil, o irmão de Wendria pode ter participado da tentativa de homicídio contra a testemunha Sabrina.

 

De acordo com o delegado, Gilvan Almeida, os suspeitos tentaram torturar a testemunha do crime e teriam efetuado vários tiros contra Sabrina. "Eles queriam que ela (Sabrina) falasse o que sabia sobre a morte de Wendria", explicou o delegado Gilvan.

 

Diario do Pará

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